“Saí da escola certa de que seria jornalista. Me formei em moda e esse é meu trabalho desde então. Sempre quis fazer um curso de escrita, só não tinha procurado por medo de me sentir uma estranha no ninho de gente discutindo a obra de Dostoiévski. Nada contra o Dostoiévski. Mas fazer isso e poder expor as minhas referências, sem medo de ser feliz, é muito melhor! Saí de dois dias intensivos de Go, Writers com a cabeça muito mais aberta do que eu achava ter, com anotações preciosas, inspirada para encarar as folhas em branco e encantada com a Cris.” Melina Harden – Marketing e Comunicação de Moda

“Escrever é uma atividade diária. É incrível como as frases mais comuns são as que mais precisamos ouvir. Mais incrível ainda é encontrar alguém que, quando fala, nos faz querer escutar – e agir de acordo. As aulas de escrita criativa da Cris Lisbôa foram isso para mim. Dez horas, quatro aulas, dois dias e um intensivão de tudo que eu precisava conhecer e me lembrar para melhorar a escrita, mas fazia questão de tapar meus ouvidos e fingir que não era comigo. Só tenho a agradecer pela ajuda, pela honestidade (“se você não tiver nada dentro de você, nunca vai escrever nada”) e pelas risadas. Valeu demais a pena.” Flávia Denise

“A agogo me faz enxergar cada frase como uma descoberta, pensar nas palavras como possibilidades, colocar carinho em todos os encaixes, aprender um novo significado por linha. As aulas são um exercício para a mente. Para ampliar repertório, abrir a roda. Começou como um amor (intensivo!) de verão e virou o meu vício gostoso. Não largo mais por nada.” Taidje Gut

“Foi mais troca que teoria, mais desabafo e chuva de referências e cores que qualquer coisa a ver com a tal metodologia. Foi meio que um divisor de águas entre o “ok vou me atirar nisso” ou “hmm talvez vou ficar pra sempre em cima do muro, que esse mar de escrever é bem profundo.” Vou só observar. Não, quero comer o mundo também. Significa dizer que ali se encontra uma mestre que ama o que faz, que ama encantar e ser encantada. E um monte de gente meio aflita, mas totalmente sedenta e cheia de detalhe pra compartilhar.” Bru Valentini

“Beije o Chacrinha!” Se é a primeira frase que mata a cobra, a Cris Lisbôa já mostrava o pau, antes que nos déssemos conta. E assim foi durante as 2 tardes. Ao invés de aula, uma mistura louca de alumbramentos, interessâncias, sinapses, histórias de sofás e banheiros e torradas-delícia da Laura. Ah, e gargalhadas enormes (que ainda ecoam aqui dentro) pra pontuar o fim de uma página, uma referência, uma ironia. Tudo isso para fazer aqueles 15 patinhos feios aprenderem a sair da caixa, ouvirem (até) tecno-brega e causarem em cada texto (risos ou lágrimas).” Jan Bitencourt

“Uma aula que mistura tapa na cara, coragem e medo. Um lugar para aprender o poder de uma xícara de café, de um bolo de chocolate e de letras no papel. Coisas que realmente fazem o mundo girar. Uma aula que não termina quando acaba. É só o início. Porque mexe com a gente lá dentro, com aquilo que nem sabíamos que existia no corpo humano. De quebra, ensina a escrever todos os dias. E transforma. A agogo me transformou e eu nem lembro quem eu era antes dele. Amém.” Gabriela Gonçalves

“A agogo te mostra que existe vida além da escrita. Que aliás, a vida, essa sim é linda e pode nos trazer todo o necessário para colocar as ideias no papel: o coração. É quando ele vem na boca que a gente consegue escrever com verdade e sentimento. Não somos máquinas de soltar textos, mas se precisar, seremos sempre como o Homem de Lata: em busca de nossos corações. ” Rafa Carvalho, jornalista

Fui sem saber o que esperar, talvez por isso, tenha acontecido tanta coisa. Meu Universo se expandiu, descobri que a gente não aprende a escrever, a gente escreve porque precisa, porque é oxigênio e como diz a Cris, tem coisa que só sai da gente por escrito. Que se a gente quer ser escritor, a gente escreve, só isso. Senta, escreve e coloca a alma no papel. Pula do abismo mesmo, sem rede de segurança, sem desculpas, a gente senta e escreve o que sente. Simples assim. Que escrever é igual a escovar os dentes, tem que ser todos os dias, hábito diário, sem atalhos, sem fuga, sem floreios e se possível, sem muitos adjetivos, por favor. Agogo, writers desbloqueou a minha escrita e ressignificou um monte de coisa aqui dentro, virou uma chave mesmo. Eu que achava que precisava da criatividade para começar a escrever todos os dias, descobri que a quando a gente escreve, a criatividade começa a dar as caras e entramos num fluxo. Mas, como ainda não sabia sobre o que eu queria escrever, segui o conselho da Cris. Saí de lá, comprei um caderno e escrevi por 120 dias ininterruptos, 120 cartas de amor pra mim mesma. Depois disso, algo mudou e simplesmente soube, simplesmente comecei a me dar conta que já estava escrevendo as minhas próprias palavras, dialogando sobre aquilo que eu queria falar. Simples assim.”
Ana Garcia

“Acredito na dança da manivela. E foi devido ao que um amigo apelida de “fluxograma de pessoas incríveis” que acabei caindo na Agogo, writers. Nesses momentos que você não consegue deixar de ser clichê e pensa que era mesmo pra ser. Estava eu iniciando um mergulho em mim, desses processos que são eternos, quando me acendeu a lâmpada do juízo: Voilà, resolver teus textos também resolve muito de tu. Depois de cada aula, um tiquinho do quebra-cabeça montado.
É essa a sensação que fica.
Fica também a saudade, a vontade de voltar sempre e o abdomen trabalhado em cima de muita risada. <3″
Rafa Feitosa

“Sou um orgulhoso aluno da Agogo, writers, aquela escola de escrita criativa daquela professora desbocada, daqueles cadernos pretos fofos e daqueles encontros que misturam construções frasais com terapia de grupo. Aprendi que se deve escrever com o coração e editar o texto sem dó. As aulas não tem formalidade e os quitutes são quase tão deliciosos quanto as frases que encerram parágrafos.”
Marcos Piangers, diretor executivo do Grupo RBS.

“Escrevo o dia todo – e-mail, post de blog, twitter, projetos mil, propostas, planejamentos, briefings, títulos e por aí vai. No Go, Writers percebi que palavras em uma linha não é escrever. Escrever é outra coisa. Lembrei de como delicadeza, inteligência e carinho são importantes sempre, sobretudo no trato com as palavras. Me liguei que um “não, não gostei disso” não necessariamente diz respeito a você – a Cris não te odeia e quer que você morra, ela só não achou seu texto bom. Acontece. Só não vale desistir da brincadeira por causa disso. Caiu a ficha de que a primeira ideia provavelmente não é a melhor. Nem a segunda ou a terceira. Percebi como os rascunhos são fundamentais. E o lápis e o papel do lado da cama, na bolsa ou na mochila, o tempo inteiro. Na real, o mais importante foi a ficha que o curso fez cair. O mundo tá aí, e a gente pode tudo. E ah – a Cris é uma linda.” André Macedo, faz tudo no Coletivo Imaginário.

“Você finge que não sabe o que quer para justificar não estar fazendo”. Eu li essa frase no instagram da escola já depois de ter feito o curso. Aí, como a Cris diz, o LSD velho bateu. E foi um com um soco de direita bem na minha cara. Eu já sabia daquilo, mas alguém precisava jogar na minha cara. Sempre falei pra todo mundo o quanto amava escrever. Desde adolescente, quando as palavras não se contentavam mais em ficar só nas fanfics e redações do colégio. Mas por mil fatores, e outras mil desculpas, deixei isso de lado. O principal era medo, mas eu não admitia. Querer viver de escrever era assustador, e me faria encarar o fato de que talvez eu não fosse tão boa no que eu considerava meu único talento. Pois bem, parei de escrever, e uns anos depois não sabia o que queria fazer da vida. Considerei seguir com mil coisas, e nunca com a única que sempre fez meu coração dar aquela respirada funda. Fazer a aula foi um primeiro passo para encarar o medo. E ele foi comigo no curso, mas ficou por lá, perdido num bar da Vila Madalena, mesmo. Fui lá procurando algo que me fizesse voltar a escrever, sem nem me dar conta de que o buraco era mais embaixo. Achei algo ainda maior, melhor. Lá, fui obrigada a encarar, fuça à fuça, a única pessoa que poderia fazer isso acontecer: eu. E aí o coração voltou a respirar.” Thaís Tambasco

“Fiz por indicação de uma amiga. Isso foi há dois anos e ainda hoje ela me ouve agradecer. Aquele dia de curso valeu mais que dezenas de palestras, workshops e manuais que esbarrei por aí. Exercícios deliciosos e práticos para quem realmente quer e/ou precisa botar em prática. Horas offline, quase todo o processo é analógico, um respiro intenso com quem gosta e manja muito do que faz; a Cris Lisboa. Eu guardo o meu desmanual onde ficam os livros que mais gosto.” Fernanda Rocha

“É pular de uma ponte, a água gelada estalando la embaixo, consigo não consigo, vou não vou, muito medo, vou e foda-se, voo durante uns segundos, danço uma dança mágica no ar, flutuo no tempo que congela e o mar – azul violeta, verde cor de pasta de dente – me engole, vou ao fundo e as bolhas me trazem de volta, inspiro o ar como nunca antes, o corpo pinica de frio , caralho sobrevivi PORRA! Vamo de novo? 🙂
Sério.
É um soco e um sopro, não necessariamente nessa ordem. “ Diana Lobo, escritora.

“Que negócio é esse de Escrita Criativa? Lá vem o Sesc com esses cursinhos-metidos-a-modernos que, na real, não saem do blá-blá-blá porque, no fundo, criatividade é instintiva, subjetiva e ponto. Ponto nada. Ponto e vírgula. Me despi do preconceito e caí de cabeça. Me despi na frente de todo mundo aquele dia no Sesc Vila Mariana. Contei minha história, pra que eu mesmo pudesse ouví-la. E me ouvindo, descobri – como uma criança que descobre a chuva – que criativdade se doma. Que subjetividade se descobre. E fui.
De lá pra cá, levei velinhos para passearem na praia e ensaiarem percussão numa escola de samba: http://bit.ly/1V7s54R
Levei crianças para conhecerem a Amazônia: http://bit.ly/1I5PwY
Fiz uma piscina falar, pra dizer que sentiria saudades: http://bit.ly/1LmwhJC
Me descobri criativo, me descobri escritor, mas acima de tudo me escobri sensível. Larguei o tablet e troquei por e-reader. Sou menos multimídia e mais rascunho e rabisco. Minha mesa de trabalho tem mais cor e papel colorido. Estou em pleno vôo profissional, levando as palavras comigo. Eu e minhas palavras, que a Agogo, writers me ajudou a deixar brotar.”
André Venancio, editor web no Sesc São Paulo.

“Foi mais do que um curso de escrita criativa, foi um reencontro comigo mesma. Com aquela menina que desde pequena sempre soube que queria ser escritora mas que por outros motivos tomou outros rumos na vida. Foi sobre descobrir coisas que nem eu sabia. Foi quase como colocar uma lanterna dentro de mim e achar todos os ingredientes pra bendita sopa de letras, e inclusive um ingrediente essencial à escrita: coragem. Foi reencontro com o meu pai, choro, bronca e muitos dias repensando os caminhos. Mas foi o caminho que fez tudo mudar. De lá pra cá aumentei o fluxo de textos e comecei a errar mais. Porque comecei a fazer mais. E comecei a assumir o erro. Acho que funciona assim. Você vai lá, derrama seu coração, derramam outros corações em você e tudo continua a se derramar por um tempo até começar a solidificar e tomar forma. Tudo ainda muito no início, mas posso dizer que desse início além das amizades criadas, além da reconexão com o meu pai nasceu uma escritora. Ou vai ver ela só resolveu sair do subterrâneo pra conhecer a superfície. “ Gabriela Gomes, diretora de arte & texto na Dupla Face.

“Já faz um tempo que fiz o módulo I e posso afirmar que tudo aquilo que aprendi, naqueles dias, ainda estão latentes em mim. Não apenas na hora de escrever, mas na vida, sabe? Trabalhar a criatividade da escrita, nos faz enxergar o mundo e as coisas com um olhar diferente, mais atento, mas também, mais sensível. Faz a gente ainda crer na humanidade, conseguir ver ternura e amor nas coisas mais simples da vida, por mais difíceis e aterrorizadoras que elas possam ser ou parecer. Sempre digo que o curso é um divisor de águas na vida das pessoas, que insistem na batalha de traduzir sentimentos em palavras nos papéis.. Sem falar na incrível Cris Lisbôa que, com maestria, nos apresenta infindáveis possibilidades de não passar em branco por esse mundão, que não para de girar.” Helena Pawlow, jornalista

“Foi o jeito mais divertido e realmente prático de criar vergonha na cara e aprender a escrever mais e melhor. Além da “sôra” ter todos atalhos das palavras e da vida, as turmas que se formam, são sempre de seres humanos que tu adoraria ter ao teu lado por muito mais tempo que os encontros.” Alexandre Nickel, vocalista na banda Tópaz e sócio da Império Girafa, agência de planejamento digital e direcionamento artístico.

“Quando entrei naquela salinha no Rio de Janeiro, pensei que talvez fosse importante sair da zona de conforto do texto encomendado pra escrever com liberdade. Combinar palavras é um momento que tem muito a ver com olhar pra dentro, com todas as referências e pessoas acumuladas, futucar as memórias com paciência. A pausa que o curso nos obriga a dar vale muito, talvez tanto quanto te ver dando aula, chutando o balde para se mover pelo que gosta. Fiz só o módulo I, mas vivo indicando. Talvez tenha aprendido mais em dois dias do que em tempos de faculdade, que ensina impondo. Criar tem muito a ver com trocas e ter esta percepção é muito maravilhoso. ”
Raissa Andrade, jornalista.

“As empresas de comunicação investem cada vez mais na área online, mas poucas se preocupam em qualificar o jornalista para que “converse” da melhor maneira com o público digital. Aqui na Rádio Gaúcha foi diferente: assim que o digital começou a trabalhar em conjunto com o on air, um projeto muito legal foi colocado em prática. Uma série de especialistas em várias áreas do online foi chamada para treinar os repórteres. Entre essas pessoas estava a Cris Lisbôa que mudou completamente o que se pensava sobre redes sociais e a importância delas no alcance da notícia. Cris trouxe várias maneiras de se pensar a postagem. O que era só manchete-linhadeapoio-notícia virou manchete-foto-horáriodepostagem-queméteupúblico? Resultado disso? Hoje não só a página da Gaúcha, mas minha página pessoal – e do #RoteirodaSara – mudaram completamente. Aprendi a entender a importância da imagem, como provocar o público para informar. E como a informação pode vir permeada com alguma emoção nas redes – mas sempre mantendo o conteúdo da notícia. Acabei seguindo com a Cris fora do curso oferecido pela rádio. Agogô, writers é um espaço para exercício da escrita e da comunicação voltado para as novas mídias. Que mudam em alta velocidade – por isso precisam de treinamento constante.”
Sara Bodowsky, jornalista da RBS, apresentadora e repórter da Rádio Gaúcha.

“Na primeira aula redescobri o meu processo de criação com as palavras. Sou designer e aprendi a viver esse caminho de fazer coisas surgirem do nada através das imagens. Na escrita eu entendi que é a mesma coisa, porém diferente. Entendi como eu funciono. Aprendi a usar os truques do desmanual para fazerem as coisas fluírem melhor. Esse módulo me fez lembrar do gosto que tenho por escrever. Retomei um ritmo mais firme de produção textual, depois de ter parado por alguns anos.
O módulo dois foi um susto. Era mais sobre a gente do que sobre como escrever. Deu medo, desconforto. Sinceramente: saí de lá me sentindo feio, torto e esquisito. E junto com isso um frio na barriga que dizia “quero mais”, masoquismo talvez. Foi o desafio de pensar sobre quem seria eu e como isso se refletia no meu texto. Eu estava extremamente insatisfeito com o que produzi, porque cada pessoa naquele grupo parecia tão melhor. O pânico de decepcionar os colegas – e a professora – foi minha companhia constante. Meu aprendizado nisso tudo foi “fodas”. A máxima daquele personagem bizarro da internet, a Inês Brasil, começou a pipocar na minha cabeça. “Bora fazendo”. Risos. O importante era não dexar aquela paralisia de medo, expectativa, virar procrastinação e depois abandono.
Acabei formulando uma ou duas ideias sobre como as expectativas talvez fossem mais minhas do que dos outros, que talvez pouco se importassem. A pressão que havia me incomodado tanto (o tempo limitado para escrever, mostrar o colega no texto, mostrar o texto para o colega) foi a oportunidade para sair da zona de conforto. Os risos que acompanharam o desconforto adoçaram a experiência, obrigado. Nunca sofri com tanto gosto.
Para mim, a grande sacada dos encontros do é um conhecimento menos palpável do que “como escrever”. É a gente e as palavras, construir essa relação. É um aprendizado que vai maturando aos poucos, depois que a gente para e pensa no que viveu ali com aquelas pessoas. “
Gabriel Oliveira, co-organizador do TEDxPraçaDaLiberdade.

“Se disfarça de escola de escrita criativa, mas ele é outra coisa. Uma coisa que tem a ver com enfrentar alguns medos ou preguiças ou vergonhas, com fazer uma viagem ao interior (o nosso) e tirar lá de dentro a beleza e a graça que se escondem se não tiver uma provocação, com se deslumbrar, prestar atenção e descobrir muito da gente e do mundo, com saber que dá pra fazer melhor. A escrita é o nosso tema, mas pra chegar lá a gente tem que rebolar em outras searas. E a gente faz isso se divertindo, dando risada, batendo uns bons papos, conhecendo gente bacana, trocando referências incríveis e jogando um vinho por cima de tudo, que também sem a cachaça, ninguém segura esse rojão :)”
Letícia Cecagno, publicitária e criadora do Bicicleta é amor.

“ Na primeira aula, o desafio foi escrever à mão. Nunca tive medo da folha em branco, sigo sem ter, mas o cheiro do caderno e do lápis ativaram o que estava guardado – e palavra ocupa espaço. E com o primeiro texto pronto, fiquei pensando se tinha errado ou acertado o tema de casa. Lendo – e ouvindo os outros lerem – em voz alta, vi que não tinha muito disso. Eu não ia tirar zero. Nem nove. E isso pouco importava. A prova ali era qualquer nota. Mas, valia. Ô. O que passou a me importar era fazer sentido. Por ser muito ligada a imagens, meus textos sempre foram dos que só ganhavam ritmo e forma quando lidos. Não ouvidos. Quis mudar isso. Porque o outro importa. Agora mais do que eu. As primeiras aulas me lembraram a sensação da alfabetização: colocar uma letra depois da outra e, num alumbramento, ver que saiu uma palavra. Depois, virou treinamento pesado. Quem não pediu pra sair, hoje vai para a guerra tranquilo. Anda, respira, se esconde às vezes na trincheira, mas volta. Levanta e segue. E é também terapia. Mas, não daquelas onde alguém te olha e escreve num caderninho impressões. Mas, sim, estilo mesa de bar, barulhenta, catártica, para logo na sequência se fazer silenciosa e filosófica, antes de tudo explodir numa risada. ”
Crib Tanaka, jornalista, samurai e carioca.

“Acontece o tempo todo. Começo a escrever e penso: “Mina, melhora ‘issuaê’! Em outras ocasiões mentalmente respondo a perguntas do Desmanual de Escrita. Ou quando leio minha palavra preferida – idiossincrasia – em algum livro, ou recordo que escolhi expressar afeto e existir no mundo por meio das palavras. Percebo que caminho com essa invenção-trabalho-lazer da Cris Lisbôa em meu coração-mente-corpo-espírito permanentemente. Fui fazer as aulas para aprender a escrever (amar), por pensar que não sabia mais. Ao final daquele encontro saí certa das minhas habilidades e acompanhada de um anjinho-diabinho no ombro a me lembrar sempre de que posso ir além.” Gleide Morais dos Santos, jornalista.

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