Todas as nossas aulas, palestras e papos são sobre a escrita. O tema é uma estrela-guia. Pode ser cartas de amor, comunicação positiva, a linguagem do afeto, a louca da casa (imaginação), princípios básicos do processo criativo ou outro assunto que fez brilhar os olhos da Cris Lisbôa. É o ponto de partida para que possamos estudar linguagem e comunicação. Na prática, criamos ambientes seguros onde pessoas de todas as áreas repensam juntas produção de conteúdo, diálogo e coexistência. Os encontros são pontos de acolhimento, conversa e aprendizado livre, não linear e sem pré-requisitos. Até o agora, mais de 1.500 pessoas já passaram pelas nossas aulas pouco convencionais. De advogados a jornalistas, passando por parteiras, diretoras de multinacional, lutadores de MMA, publicitárias, professores, roteiristas e outras pessoas que precisam escrever textos que de fato, digam alguma coisa. Porque nosso público-alvo é: gente. Disposta a deslocar o coração até a pontinha dos dedos. E escrever textos que acendam luzes no peito de quem lê.

Turmas abertas

No Parque Lage, na sede do Papo de Homem, na cozinha Mixirica, em um Galpão, no estúdio de música Family Mob, na casa de amigos, no café República, no bar Volt ou no Museu. Por todas as cidades do Brasil e em Lisboa e no Porto, sempre mantendo a estrutura básica: vagas limitadas para que todo mundo possa se olhar nos olhos, lanche de Vó e nenhuma formalidade. Porque só faz sentido o que é sentido.

“Sempre quis participar. Aqueles posts com frases incríveis e corações anatomicamente corretos reverberavam absurdamente em mim. Então eu fui, grávida de seis meses do meu primeiro filho, me sentindo inicialmente meio peixe fora d’água no meio de pessoas escancaradamente criativas e descoladas. Daqui da minha introspecção e discrição de psicóloga achava que não me encaixaria, que não conseguiria me expor. Mas a Cris é tão amor – daquele amor real, tal qual seus corações anatomicamente corretos – que ela consegue tirar de nosso repertório não só os adjetivos, mas também as máscaras, as armaduras, os medos e fazer aparecerem nossas melhores palavras. A partir do curso, sempre que vou escrever me lembro que minha voz deve ser ouvida por quem me lê, e que não faz sentido escrever se não for pelo mais puro amor – pela minha mensagem e por quem será transformado por ela. Sou muito, muito grata. E quero mais!” Vívian Marchezini

 

Turmas “fixes”

Ao vivo e por skype, um grupo de estudo com até 8 pessoas. Com desmanual da escrita particular, piadas internas, palmas quando alguém faz o tema de casa e pessoas que passam a se reconhecer pelas vírgulas, os suspiros e as palavras. Pode durar 6 meses ou 3 anos. E pode não terminar nunca mais.

“Turma fixa é tipo compromisso inadiável. Como a terapia, reunião, aquela aula de dança que te desliga de um tanto e te liga a outro, café depois do almoço. É algo que a gente entende que precisa muito, depois de um tempo, tipo fazer xixi. É pra gente entender que pode ser mais do que aquilo que escolheu ser pra “ganhar a vida”. Na verdade, ali eu reafirmei que ganhar a vida é o que eu faço por mim todos os dias, enquanto caminho – e escrevo. Com temas (que a gente faz em tempos completamente aleatórios, para o terror da profe) exercícios, caderninhos que soltam tinta e cartas da profe que te fazem enxergar estrelas, literalmente. Depois de algumas muitas aulas aprendi, enfim, que escrever é também um hábito, que é mais do que físico e que exige prática. E que exige disciplina e planejamento. Tudo com amor, claro. Porque amor é a única regra que seguimos. Juntas, com a Cris sendo a capitã deste barco, navegamos por águas que imaginamos que conhecemos e, exatamente por isso, inventamos todas as desculpas possíveis pra não navegar por elas. É que temos medo de cruzar sozinhas. Mas daí pegamos na mão uma da outra e falamos: vai, escreve.” Michelle Baladão

Fixe: é uma gíria portuguesa. Pronuncia “fiche” e quer dizer “legal”.

 

Turmas Corporativas

Aulas e projetos personalizadas. Pero sin perder la ternura jamás. Para reciclar a linguagem, aguçar as ideias e estimular o diálogo e empatia entre a equipe. Além de potencializar habilidades criativas internas. Já tiramos da zona de conforto equipes de empresas como Rede Globo (Rio, Minas e Rio Grande do Sul), Youtube, Banco do Brasil, Rádio Gaúcha, Modices, SESC, Unimed e ThoughtWorks.

“As empresas investem cada vez mais na área online, mas poucas se preocupam em qualificar a profissional para que “converse” da melhor maneira com o público digital. Aqui dentro da empresa, a Cris Lisbôa mudou completamente o que se pensava sobre redes sociais e a importância delas no alcance da notícia. Trouxe várias maneiras de pensar a postagem, o texto. Resultado? Hoje não só a página do trabalho, mas a minha página pessoal, tudo mudou completamente. Aprendi a entender a importância da imagem, como provocar o público para informar. E como a informação pode vir permeada com alguma emoção nas redes –  sempre mantendo o conteúdo. As aulas são um espaço para exercício da escrita e da comunicação.” Sara Bodowsky, apresentadora e repórter da Rádio Gaúcha.

 

Avisos aos navegantes:

_ Para saber das turmas abertas, o instagram (@gowriters) é atualizado antes da agenda.

_ As turmas “fixes” derivam das turmas abertas, ou seja, precisa estar na festa pra dançar.

_As aulas corporativas são coordenadas pela DMT Consulting, que personaliza projetos de treinamento e desenvolvimento. 31. 3785.3931

 

 

 

 

© Copyright – 2018 A Go-Go Writers. Todos os direitos reservados. por EstudioMonno