Todas as nossas aulas, palestras e papos são sobre escrita. A gente escolhe um tema/estrela-guia e a partir disso sugerimos caminhos não óbvios para as ideias, falamos de linguagem e comunicação. Na prática, criamos encontros onde pessoas de todas as áreas repensam juntas produção de conteúdo, diálogo e coexistência.

Alunas e alunos são sempre chamados de escribas. E aprendem através da experiência, do incentivo amoroso e de convites bem-humorados para que se repense o alcance da palavra e se entenda a palavra como uma possibilidade de  “quebrar dentro de alguém um engradado de estrelas”, eliminar muros, construir pontes e – por que não? – mudar o mundo.

Os encontros são pontos de acolhimento, conversa e aprendizado livre, não linear e sem pré-requisitos. Até o agora, mais de 1.000 pessoas já passaram pelas nossas aulas pouco convencionais. De advogados a jornalistas, passando por parteiras, diretoras de multinacional, lutadores de MMA, publicitários, professores, roteiristas e outras pessoas que precisam escrever textos que de fato, digam alguma coisa. Porque nosso público-alvo é: gente disposta a deslocar o coração até a pontinha dos dedos.

Tipos de aula:

Abertas. No Parque Lage, na sede do Papo de Homem, na cozinha Mixirica, em um Galpão, no estúdio de música Family Mob, na casa de amigos, no café República, no bar Volt ou no Museu. Por todas as cidades do Brasil, sempre mantendo a estrutura básica: vagas limitadas para que todo mundo possa se olhar nos olhos, lanche caseiro e nenhuma formalidade. Porque só faz sentido o que é sentido.

“Sempre quis participar. Aqueles posts com frases incríveis e corações anatomicamente corretos reverberavam absurdamente em mim. Então eu fui, grávida de seis meses do meu primeiro filho, me sentindo inicialmente meio peixe fora d’água no meio de pessoas escancaradamente criativas e descoladas. Daqui da minha introspecção e discrição de psicóloga achava que não me encaixaria, que não conseguiria me expor. Mas a Cris é tão amor – daquele amor real, tal qual seus corações anatomicamente corretos – que ela consegue tirar de nosso repertório não só os adjetivos, mas também as máscaras, as armaduras, os medos e fazer aparecerem nossas melhores palavras. A partir do curso, sempre que vou escrever me lembro que minha voz deve ser ouvida por quem me lê, e que não faz sentido escrever se não for pelo mais puro amor – pela minha mensagem e por quem será transformado por ela. Sou muito, muito grata. E quero mais!” Vívian Marchezini.

 

Fixas. Ao vivo e por skype, um grupo de estudo com até 8 pessoas. Com desmanual da escrita particular, piadas internas, palmas quando alguém faz o tema de casa e pessoas que passam a se reconhecer pelas vírgulas, os suspiros e as palavras. Pode durar 6 meses ou 3 anos. E pode não terminar nunca mais.

“Turma fixa é tipo compromisso inadiável. Como a terapia, reunião, aquela aula de dança que te desliga de um tanto e te liga a outro, café depois do almoço. É algo que a gente entende que precisa muito, depois de um tempo, tipo fazer xixi. É pra gente entender que pode ser mais do que aquilo que escolheu ser pra “ganhar a vida”. Na verdade, ali eu reafirmei que ganhar a vida é o que eu faço por mim todos os dias, enquanto caminho – e escrevo. Com temas (que a gente faz em tempos completamente aleatórios, para o terror da profe) exercícios, caderninhos que soltam tinta e cartas da profe que te fazem enxergar estrelas, literalmente. Depois de algumas muitas aulas aprendi, enfim, que escrever é também um hábito, que é mais do que físico e que exige prática. E que exige disciplina e planejamento. Tudo com amor, claro. Porque amor é a única regra que seguimos. Juntas, com a Cris sendo a capitã deste barco, navegamos por águas que imaginamos que conhecemos e, exatamente por isso, inventamos todas as desculpas possíveis pra não navegar por elas. É que temos medo de cruzar sozinhas. Mas daí pegamos na mão uma da outra e falamos: vai, escreve.” Michelle Baladão.

 

Online. Pra quem muy lejos está. Aulas en las nubes. Personalizadas, cheias de pequenos imensos aprofundamentos e outros mimos. Na prática, você tem aula via skype e recebe por e-mail todo o material. De vez em quando também tem encontrinho na vida real. Que também sem um abraço, ninguém segura esse rojão.

“Foi uma experiência que me tirou totalmente da minha zona de conforto. Estava em um processo de mudança de carreira (do departamento jurídico de um banco para um trabalho como Coaching Evolutivo e Terapeuta ThetaHealing) e precisava colocar em palavras meus propósitos para apresentá-los ao mundo. Consegui encontrar minha voz de escrita. E desde então me sinto mais segura quando digo sim a um convite para textos e projetos.” Fernanda Lisbôa

 

Educação Corporativa. Aulas e projetos personalizadas. Pero sin perder la ternura jamás. Para reciclar a linguagem, aguçar as ideias e estimular o diálogo e empatia entre a equipe. Além de potencializar habilidades criativas internas. Já tiramos da zona de conforto equipes de empresas como Rede Globo (Rio, Minas e Rio Grande do Sul), Rádio Gaúcha, Estação Elétrica Filmes, Modices, SESC, Unimed e ThoughtWorks, consultoria global em tecnologia de informação.

“As empresas investem cada vez mais na área online, mas poucas se preocupam em qualificar a profissional para que “converse” da melhor maneira com o público digital. Aqui, uma série de especialistas em várias áreas do online foi chamada para treinar os repórteres. Entre essas pessoas estava a Cris Lisbôa que mudou completamente o que se pensava sobre redes sociais e a importância delas no alcance da notícia. Cris trouxe várias maneiras de se pensar a postagem. O que era só manchete-linhadeapoio-notícia virou manchete-foto-horáriodepostagem-queméteupúblico? Resultado disso? Hoje não só a página da Gaúcha, mas minha página pessoal – e do #RoteirodaSara – mudaram completamente. Aprendi a entender a importância da imagem, como provocar o público para informar. E como a informação pode vir permeada com alguma emoção nas redes – mas sempre mantendo o conteúdo. As aulas são um espaço para exercício da escrita e da comunicação.” Sara Bodowsky, apresentadora e repórter da Rádio Gaúcha.

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